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Uma questão bem frequente é sobre quando devemos efetuar a troca de óleo do carro. Sabemos que a manutenção incorreta do lubrificante afeta diretamente as peças do motor e o desempenho final do veículo, por isso, a preocupação deve ser sempre considerada.

É fundamental ficar atento e observar os prazos por quilometragem ou tempo de uso para fazer sua devida troca, no momento certo.  Mas, se você ainda não sabe quando realizar a troca de óleo do seu carro, não se preocupe! Vamos te ajudar.

Uma dica importante que vai te ajudar a manter o desempenho do carro, é observar o nível do óleo sempre que for abastecer o veículo. A maioria das pessoas, no entanto, faz a troca apenas de acordo com a quilometragem, o que algumas vezes pode não funcionar. Alguns outros fatores também influenciam o momento da troca, continue lendo.

Primeiros passos

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Um bom ponto de partida é ficar atento as informações que o manual do proprietário traz. Provavelmente você encontrará um número entre 10 e 15mil km, que indicam a frequência para troca de óleo.

No entanto, as recomendações do fabricante são baseadas em condições ideais de direção, como dirigir distâncias curtas, nunca ultrapassar o limite de velocidade, etc. Caso o uso do seu veículo não se enquadre dentro dessas características, o recomendado é usar o cronograma de manutenção de “condições severas”, que indica a troca do óleo aproximadamente a cada 5 ou 7 mil km.

Condições de troca

Agora que você já descobriu qual a quilometragem estimada para realizar a troca de óleo do seu carro de acordo com a montadora, chegou o momento de analisar alguns tópicos para ajustar a frequência para troca de óleo. Se você utiliza o veículo diariamente, enfrenta trocas bruscas e extremas de temperatura e percorre por vias em condições precárias, você deve realizar a troca do óleo com mais frequência do que diz o manual do seu veículo.

Por outro lado, se você não faz uso contínuo do veículo e dirige com condições mais favoráveis, a frequência para troca de óleo pode ser mais espaçada.  Mas lembre-se: é bom verificar as condições do lubrificante do seu carro mesmo que você não o dirija tanto.

A mesma dica serve para troca de filtros de óleo, que são tão importantes como o próprio lubrificante. Ao contrário do que muita gente pensa, o filtro também deve ser trocado todas as vezes que realizar a troca de óleo do motor. Apesar de cada veículo ter uma especificação, não adianta trocar o óleo e deixar o filtro velho, já que é justamente ele que impede a circulação de impurezas pelo motor. Se os dois não forem trocados juntos pode haver comprometimento de outras peças de custo elevado para reposição, principalmente quando comparadas ao preço do próprio filtro.

Conheça as características de cada tipo de óleo de motor

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Óleo mineral: é o lubrificante mais comum utilizado no mercado automotivo. O óleo mineral é resultado da transformação natural de alguns componentes derivados do petróleo. Sua característica principal é que ele consiste em um óleo com menos viscosidade e com menos tolerância a altas temperaturas. Por isso, é importante estar atento se essa é a melhor opção para o veículo, levando em consideração que a economia na qualidade do produto pode custar muito caro.

Óleo Sintético: Este tipo de óleo é fabricado em laboratório através de reações químicas de outros compostos. Se comparado ao óleo natural, o óleo sintético tem uma composição mais pura e, por isso, ele tem boas reações se elevado a qualquer temperatura ou condição.

Óleo Semissintético: O óleo semissintético é composto pela mistura entre a base sintética e a mineral. O ponto que separa um e o outro, é que ele consegue se prender às partes do motor impedindo que elas tenham atrito. Neste sentido, este tipo de óleo possui características dos dois tipos de lubrificantes: tanto o natural, como o sintético. Este tipo de óleo é indicado a motores que possuem altas rotações.

Qual tipo de óleo devo colocar no meu veículo?

Mesmo com diversas opções, ao realizar a troca de óleo do seu carro, é importante ficar atento ao que diz o manual do proprietário. As montadoras investem em pesquisas e tecnologia para conseguirem o lubrificante ideal para as características de cada motor. Se não houver jeito e você tiver que completar o óleo com um de outra marca, atenção as suas especificações, elas devem ser as mesmas do óleo indicado pela fábrica.

Realizar a troca ou completar o óleo?

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Muitas pessoas têm dúvida sobre qual procedimento realizar, a troca completa do fluído ou completar o nível. Para saber qual atitude tomar, algumas situações devem ser analisadas: primeiro, você deve conferir quanto tempo falta para troca de óleo, a fim de evitar gastos desnecessários. Se ainda faltar bastante tempo para troca completa, confira a viscosidade do óleo que está em uso no motor, e complete com um lubrificante compatível, evitando qualquer tipo de problema proveniente da mistura de óleos.

Independente do procedimento que você for realizar, sempre dê preferência para centros especializados ou para um mecânico de confiança. Por mais que eles normalmente coloquem um adesivo no vidro do carro, indicando qual o óleo colocado e quando deve ser a próxima troca, guardar o rótulo da embalagem impede dúvidas futuras, evitando riscos de danos.

Texto: Pemavel Veículos/Adaptação de texto: Agência Netshare.

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